MAMALIGA BLUES | 1ª Mostra Internacional de Cinema Virtual

55min – 2014 – Documentário – Livre – Mamaliga Films – Moldávia

Direção: Cassio Tolpolar

Em 1931 Abram Tolpolar e sua esposa Raquel emigraram da Moldávia até o Sul do Brasil. Setenta e sete anos depois, seu único filho, Mauro Tolpolar, fez a viagem de volta. Com apenas uma foto antiga de um túmulo, os Tolpolares percorreram paisagens antigas, cemitérios abandonados, sempre procurando pistas de parentes desaparecidos durante o Holocausto.

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LENDA MANI

3 semanas ago

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Comentários

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  1. Mônica Aparecida Moreira

    Conteúdo excelente. Pena que não consigo entrar/cadastrar para assistir os filmes. Vocês dizem que meu e-mail já está cadastrado. A senha que eu coloco não é aceita. Peço o e-mail com link pra cadastrar nova senha e não recebo. Assim, fica difícil pro usuário, não é?

  2. Maurício Firmino Paz

    ” Encontro do presente com o passado. Um fato memorável”
    Excelente!

  3. EvSantos

    Fantástico!

  4. kostantin

    Meus bisavós eram da bessarábia, vieram em 1926, mas eram ortodoxos, familia Karamalak e Kirnev, filme muito bom, um dia ainda quero conhecer a cidade deles

  5. Leonardo

    O documentário é adequado para ser exibido entre a própria família reunida, em um domingo, após o almoço. É uma história absolutamente particular. Não há nenhum ponto de interesse público. O filme não converge para nada que seja de relevância pública para ser exibido a uma audiência. Trata-se de uma família usando o dinheiro e tempo que tem disponíveis para investigar a própria história. Sinto dizer, mas quando o idealizador diz, no início do documentário, que é um “road movie”, ele está superestimando a natureza da peça. Um road movie possui personagens que se desenvolvem enquanto viajam, possui uma história intimamente ligada a uma estrada. O que temos aqui é uma família que vai em algumas cidades em busca de um túmulo, mas não se trata de uma história vinculada à estrada. Para a audiência, o filme não agrega nada – ao término dele, se saberá onde estão enterrados familiares de um morador qualquer do Sul do país. Para o público sem vínculo com esta família, é impossível assistir a este documentário sem se perguntar “e eu com isso?” a todo momento. Acredito que o curador que escolheu este filme deve fazer parte desta família ou conhecê-la. É a única teoria que faz algum sentido.