O MARCO INVISÍVEL (THE INVISIBLE FRAME)

O MARCO INVISÍVEL
(THE INVISIBLE FRAME)

60min | 2009 | Documentário | Idioma: EN

ESTREIA 06 DE SETEMBRO ÀS 22H

DISPONÍVEL ON DEMAND ATÉ 13 DE SETEMBRO

ALEMANHA

SINOPSE

Tilda Swinton, atriz ganhadora do Oscar, passeia de bicicleta seguindo a linha do muro de Berlim. Reflexões pessoais de Tilda como monólogo interno complementam as “paisagens sonoras” compostas por Simon Fisher Turner, que trabalhou com Derek Jarman e Tilda Swinton nos anos 80.

FICHA TÉCNICA

Produção: Icarus Film, Filmgalerie 451 – Alemanha
Direção e roteiro: Cynthia Beatt
Elenco: Tilda Swinton

  1. […] O MARCO INVISÍVEL […]

  2. Documentário fraquíssimo. Se o muro de Berlin intriga a idealizadora, como ela mesma diz no filme, e se ela tem vontade descobrir os segredos por trás desta história, ela encerra este projeto no mesmo ponto onde começou, sem agregar nada. No documentário não há nenhuma entrevista, não há nenhuma informação sobre a história do Muro. Ela não precisaria refazer uma extensa pesquisa acerca do assunto, já que isso já é feito por historiadores mundo afora. No entanto, ela poderia contar alguma pequena história não contada, alguma história individual sobre alguém que viveu essa época, ou sobre ela própria. Ela parece ter feito o documentário para avançar seu entendimento sobre a história do muro, mas não avançou em nada. Resume-se a cenas onde ela anda de bicicleta, fica em pé em silêncio, faz algum comentário esporádico ou recita versos de poesia.

  3. “Atriz ganhadora do Oscar, passeia de bicicleta seguindo a linha do muro de Berlim.” Não precisava ser ganhadora do Oscar. Bastava saber andar de bicicleta e ser entediante.
    Concordo quase plenamente com o comentário acima. Discordo quando ele diz “Documentário fraquíssimo.” Não é um documentário. É apenas e tão simplesmente nada. Frio. Apesar de que aprendi coisas que não sabia. Que dois alemães quando se cruzam em um local absolutamente ermo, deserto, passam um pelo outro como se fossem invisíveis. Como o “frame” do título que, se verdadeiramente invisível, seria mais interessante.
    Veja o Djon África, sem bicicleta, andando por estradinhas de Cabo Verde. Impressionante! Impactante.
    Lutei para chegar ao fim, mas, no finalzinho, confesso que avancei. Nunca tinha ficado tão contente ao ver os créditos de um filme.
    O divertido foi ver o cônsul alemão com aqueles óculos listradinhos no início.

  4. Monótono demais…
    Bonita a paisagem, mas não acrescenta nada.

    1. Paisagem bonita?
      Cê viu “Djon África”?

      1. Sim, eu vi e gostei muito, mas são cenários diferentes…
        Não dá para comparar.
        Lubaraun também é lindo.
        Não tira a beleza do local ter outro lugar bonito.
        Tudo tem seu espaço!

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