MAMALIGA BLUES

MAMALIGA BLUES

55min | 2014 | Documentário | Idioma: PT, EN e RU

MOLDÁVIA

SINOPSE

Em 1931 Abram Tolpolar e sua esposa Raquel emigraram da Moldávia até o Sul do Brasil. Setenta e sete anos depois, seu único filho, Mauro Tolpolar, fez a viagem de volta. Com apenas uma foto antiga de um túmulo, os Tolpolares percorreram paisagens antigas, cemitérios abandonados, sempre procurando pistas de parentes desaparecidos durante o Holocausto.

FICHA TÉCNICA

Produção: Mamaliga Films – Moldávia
Direção: Cassio Tolpolar

  1. Muito interessante. Para os Tolpolares. Lembra qualquer outro filminho feito por qualquer outro turista. Que foi o papel que eles desempenharam à perfeição: turistas.
    Chegam a um cemitério onde tiveram a informação que poderiam encontrar o que procuravam. Não se dão ao trabalho de erguer uma folhinha do mato que tomou conta. E vão embora. Um ex-combatente indica outro cemitério. Ah, não vou. É longe! Estão na Moldávia! Que já é muito longe daqui. E que é uma coisinha de país. Impossível algo lá ser tão longe. Voltam depois de quatro anos, agora com esposa e filhinha. E o que descobrem? Era lá!
    E a pochete? Ninguém prá falar prô Tolpolar pai que era ridícula mesmo se colocada abaixo do equador?

  2. Procurando bem, a curadoria haveria de achar algo relevante que representasse o Brasil nesta Mostra. Xô preguiça!

  3. O documentário é adequado para ser exibido entre a própria família reunida, em um domingo, após o almoço. É uma história absolutamente particular. Não há nenhum ponto de interesse público. O filme não converge para nada que seja de relevância pública para ser exibido a uma audiência. Trata-se de uma família usando o dinheiro e tempo que tem disponíveis para investigar a própria história. Sinto dizer, mas quando o idealizador diz, no início do documentário, que é um “road movie”, ele está superestimando a natureza da peça. Um road movie possui personagens que se desenvolvem enquanto viajam, possui uma história intimamente ligada a uma estrada. O que temos aqui é uma família que vai em algumas cidades em busca de um túmulo, mas não se trata de uma história vinculada à estrada. Para a audiência, o filme não agrega nada – ao término dele, se saberá onde estão enterrados familiares de um morador qualquer do Sul do país. Para o público sem vínculo com esta família, é impossível assistir a este documentário sem se perguntar “e eu com isso?” a todo momento.

    1. Cacilda, Leonardo. Vc tá muito equivocado. Santo deus!

  4. Que grata surpresa este filme; primeiro pela coragem do documentário e, segundo, pela geografia da Moldávia que raramente chega até nós. Elogiar o Cássio pela ousadia é pouco; lembra os grandes arqueólogos á busca de tesouros perdidos, o que não deixa de ser um grande tesouro buscar pela geração perdida em suas aldeias ancestrais. Cheira um pouco a conto de fadas…com final feliz; como torci parra que Ele encontrasse o túmulo…Sensacional…Roiz…Brasília

  5. Você deve estar devendo prô cara.
    Ô filminho ruim.

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