FRONTEIRA (FRONTERA)

FRONTEIRA (FRONTERA)

 7min | 2017 | Curta de Animação

EQUADOR

SINOPSE

É o ano de 1941. Em um lugar perto da fronteira, um garoto brinca de soldado que protege sua casa. Jogando, um dia ele encontra um soldado ferido. A criança decide cuidar dele e entre eles um vínculo emocional é estabelecido. Logo, porém, a presença da guerra se torna real e o garoto entende que o jogo acabou.

FICHA TÉCNICA

Produção: Estúdio Maca – Equador
Roteiro e direção: Fabián Guamaní Aldaz

  1. …, belíssima animação! …, intensa e tocante sem dramalhão e ou pieguice! …, AMEI!

  2. Magnífica oportunidade de apreciar uma amostra da produção audiovisul de nosso vizinho latino americano.
    Pungente e sensível animação!

  3. Emocionante.
    Passa o recado de uma forma singela, sem ser agressivo apesar de direto.
    Forte.

  4. Sensibilidade da visão de uma criança diante da guerra.
    Vale a pena!

    1. “Frontera” é uma bela surpresa vinda do Equador. Um filme sobre como a realidade pode por a fantasia e a idealização por terra. O menino que olha para o céu de duas maneiras distintas: antes e após a experiência que mudará sua percepção da realidade. Singelo e senível curta de animação.

  5. “Frontera” é uma bela surpresa vinda do Equador. Um filme sobre como a realidade pode por a fantasia e a idealização por terra. O menino que olha para o céu de duas maneiras distintas: antes e após a experiência que mudará sua percepção da realidade. Singelo e senível curta de animação.

  6. Amigos palhaços!

    Esta mostra tem algumas bobagens, mas tem um monte de coisa que a gente fica doido prá ver.
    E não consegue!
    Não acredito que fizeram este saite e não deixaram alguém responsável por ele.
    Depois de feito ficou ao deus dará?
    Por que essa história de sessão única?
    Por que essa história de horário, passou dançou?
    Estão com falta de espaço?
    É só sacanagem conosco, usuários?
    É um “tou cagando” prá esse povo que colocou a gente nessa mamata?
    Alguém sabe se existe alguma maneira de protestar, além de parar de participar?
    Algo concreto que a gente possa fazer?
    Ou, mais uma vez, deixaremos que pintem o nosso nariz?

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